quinta-feira, 22 de maio de 2008

Meus arco-íris

As pessoas em seus níveis e classificações só servem pra bagunçar as coisas.
Massa é quando os supracitados resolvem mudar, aí melou tudo. O que era deixa de ser, o que não era vira e você não sabe mais de nada.
Trabalho. Trabalho.
Mas são aquelas coisas gratificantes. Você nem pensa no trabalho.
E com vocês eu vou crescendo :D

quarta-feira, 21 de maio de 2008

No seu bumbum

Ah, era só o que faltava. Pelo amor de Deus, eles são loucos. Todos loucos!
Feliz último feriado do ano, minha gente. Eu vou ler a porra d'um livro repetido enquanto vocês vão pra festas e afins, que tal? É.
E metam suas bebidas no bumbum que eu não quero saber, brigada.
Uhul, festival de gente estranha, aí vou eu. Me aguardem que no fim de semana um monte de crianças e suas respectivas fantasias vão invadir a universidade. É diversão que não acaba mais..
Ah, droga, alguém me arranja uns remédios e um documentário bem chato antes que eu exploda algo ou alguém.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

E se eu te amasse?

Pois é. O que você faria?
O que você diria se eu dissesse que te amo? Mais que tudo.
Amor, sabe? Aquele sentimento que tudo pode.
Aposto que você nunca tinha parado para pensar nisso. Se eu te pedisse para não me deixar?
Quero ver você sair dessa.
Vem cá. Eu, hipoteticamente, te amo mais que tudo nesse mundo.
E aí?
Te dei meu coração enquanto você não prestava atenção.

Surpresa!

Uma vida em linhas

Te contei que hoje eu acordei e o sol sorriu p'ra mim?
Quando fui sair de casa o arco-íris grudou no meu cabelo e as nuvens acariciaram meu rosto.
Encontrei esse cara no meio do caminho, tão gentil, lhe entreguei meu coração.
O cara levou com ele não só meu coração mas também o sorriso do sol, o arco-íris do meu cabelo e o toque das nuvens na minha pele.
Caminhei na vida por algumas ruas e voltei a encontrar o tal cara. Estava mais bonito e usava meu coração no pescoço como um pingente.
Perguntei a ele por onde esteve e porque levara tanto de mim com ele.
Ele me disse que só estava pegando o que era dele por direito.
Seu coração ele havia me dado há muito; o sorriso que ele havia me sorrido roubei; o colorido de seus olhos eu usava no cabelo como fitas e seu toque suave era como o das nuvens.
Percebi que não havia sol ou nuvem me presenteado.
Minha mãe sempre me disse que não podemos ficar com o que não é nosso.
Chorei lágrimas peroladas.
Ele se aproximou, achei que fosse tirar até as lágrimas de mim.
Acariciou meu rosto e me estendeu coração.
O coração não era mais dele ou meu, era nosso.
Nos abraçamos naquela rua vazia enquanto o sol, as cores, o calor e o mundo dançavam sob nossos pés.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

chamem agora uma ambulância

Por mais que procurasse, não adiantava, não havia ninguém ali. Como ela não notara que todos aqueles que a cercavam sumiram por inteiro? Pois é.
Naqueles rostos embaçados não havia alegria, não para ela, eram agora estranhos que riam e riam enquanto ela não via graça. Buscava em vão aqueles velhos rostos iluminados ou talvez os olhares aconchegantes que há muito partiram.
Deve ser algum tipo de pena por ela ter rido apenas para ela, sem dividir o sorriso com ninguém. Agora nem sozinha ela pode rir.
Me pergunto se foi mesmo o cérebro que ela deixou no banco do taxi, um pássaro amarelo me disse que foram os olhos.